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O que a gente fala revela até o que não pode ser revelado

As palavras influem na sua realidade muito mais do que você imagina.
Veja como trabalhar com elas e aproveitar ao máximo sua força.
Algumas expressões condicionam especialmente o cérebro e influenciam as ações.
Veja quais você deve usar e quais evitar.

Ainda - Uma palavra positiva que abre muitas possibilidades. Por exemplo, na frase

“não tenho emprêgo ainda”. Está a implícita a idéia que posso não ter alguém neste momento, mas que isso só é questão de tempo.

Atenção: evite dizer frases como “com tantos assaltos por aí, nunca fui assaltado ainda”.

Tentar - Verbo de má vontade, este. “Não sei, vou tentar”, então, é ainda pior. É quase uma frase declarada de que é possível tentar , mas é difícil conseguir.

Experimentar - Ótimo verbo. Experimentar inclui ação, curiosidade. Substitua a frase “vou tentar” por “vou experimentar”. A segunda é muito mais dinâmica.

É difícil - Expressão bloqueadora, paralizante. Ela retira a energia necessária para a ação.
Troque pela expressão “é desafiante” ou “é um desafio”. Essa simples troca pode abrir uma maior possibilidade de sucesso.

Gostaria, queria - Usar esses verbos no futuro do pretérito distancia ainda o objetivo.
Eles devem ser empregados sempre no presente: “Eu quero” ou “eu gosto”.

Mas - “A gente só conhece o que uma pessoa realmente pensa da outras depois do ‘mas’”, diz um ditado americano. O “mas” suaviza o que foi dito até aquele momento e enfatiza o que vem depois. O ideal é dizer antes o que desaprovamos. Por exemplo:

“Ela é superficial, mas é inteligente e capaz”.

Nunca, jamais, sempre - Expressões que restringem a realidade.
Ninguém pode dizer que nunca fará ou será tal coisa - não controlamos a vida a esse ponto.

Não - O cérebro não registra o não quando acompanhado de uma imagem. Por exemplo, quando se diz “não pense num gatinho”, a primeira coisa que se pensa é justamente num gatinho - o não é simplesmente ignorado.

Por exemplo, pessoas que dizem “quero parar de fracassar” cada vez que dizem isso têm um flash de milésimos de segundo da imagem de si próprios não conseguindo o que querem.
O que está sendo reforçado é essa imagem, e não o contrário.

Seja cuidadoso(a), portanto. Palavras são imagens mentais que enfeitiçam….

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    Envelheço, quando me fecho para as novas idéias: e me torno radical.

    Envelheço, quando o novo me assusta.
    E minha mente insiste em não aceitar.

    Envelheço, quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.

    Envelheço, quando meu pensamento abandona sua casa e retorna sem nada a acrescentar.

    Envelheço, quando muito me preocupo, e depois me culpo porque não tinha tantos motivos para me preocupar.

    Envelheço, quando penso demasiadamente em mim mesmo e conseqüentemente me esqueço dos outros.

    Envelheço, quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar.

    Envelheço, quando tenho a chance de amar e deixo o coração que se põe a pensar: Será que vale a pena correr o risco de me dar?
    Será que vai compensar?

    Envelheço, quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma que se põe a lamentar.

    Envelheço, enfim, quando paro de lutar!

    E agente se esquece disso tudo…

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    Deixe as cores agirem sobre os chakras, relaxe e aproveite.

    Que o amor ilumine sua vida.

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    Salve a natureza! Salve o círculo mágico azul que me envolve!

    Eu sou feliz e rica, eu tenho o hoje e o amanhã! Tenho o meu futuro pela frente!

    A saúde tomou conta de meu corpo!

    Obrigado, por tudo de bom que vós me destes e continuarás dando!

    Porque eu posso, eu quero, eu mereço eu vou conseguir através da Lua Cigana, e dos Mentores Ciganos, eu realizarei todos os meus sonhos, porque querer é poder, e eu posso!

    Salve Santa Sara Kali! Que sempre ilumine o meu caminho, afastando os inimigos da minha estrada, que os olhos deles não cheguem até os meus e que seus passos não cruzem o meu caminho.

    Que assim seja e assim se faça!

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    Magia (não confundir com mágica ou truque) antigamente chamada de Grande Ciência Sagrada pelos Magos, é uma ciência oculta que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades internas espirituais e ocultas do Homem, até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais que visam entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e da Divindade. A etimologia da palavra Magia, provém da Lingua Persa, magus ou magi, significando tanto imagem quanto um homem sábio.

    Origem e história

    Há registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Adquiriu o ritual de enterrar os mortos. Nomeou as forças da natureza que (provisoriamente) desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.

    Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três Magos os primeiros a dar as boas vindas ao Messias recém-nascido.(Obs.: a Bíblia nunca disse eram reis magos, somente diz que eram astrólogos que vinham do oriente, a tradição da igreja é que diz que eram reis magos, mas sem o apoio bíblico, que é a maior autoridade neste respeito) No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.

    Praticamente todas as religiões preservaram suas atividades mágicas ritualísticas, que se confundem com a própria prática religiosa - a celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do caboclo riscado no chão pelo umbandista.

    Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.

    Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.

    A magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de auto conhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.

    A magia seria também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, “a arte de provocar mudanças a partir da vontade” No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.

    Prática da Magia

    A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do séc. XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares .

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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